Recebi a informação por e-mail e, a principio desconfiei, pois em seu mais recente romance, O Símbolo Perdido, Dan Brown coloca os maçons e a maçonaria no centro da trama. Assim sendo, dadas as cifras enormes das vendas de seus livros, a notícia poderia ser um simples golpe de publicidade, não necessariamente do autor, mas de qualquer um envolvido na cadeia editorial.
Veja aqui a cópia da correspondência e a tradução logo abaixo:

Tradução:
É uma grande honra para mim ser convidado a saudá-los mediante esta carta. Esperava poder estar com vocês esta noite pessoalmente, porém o lançamento do meu livro “O símbolo perdido” me manteve longe de Washington.
Nas últimas semanas, como poderiam imaginar, me preguntaram várias vezes o que me atraiu tanto dos maçons como para fazer deles o ponto central do meu novo livro. Minha resposta é sempre a mesma: “Em um mundo onde os homens batalham a propósito de qual definição de Deus é a mais acertada, não acho palavras para expressar adequadamente o profundo respeito e admiração que sinto por uma organização na qual homens de crenças diferentes são capazes de “partilhar o pão juntos” num laço de fraternidade, amizade e camaradagem."
Por favor, aceitem meus humildes agradecimentos pelo nobre exemplo que constituem para a Humanidade. É o meu sincero desejo de que a comunidade maçônica reconheça “O Símbolo Perdido” como o que na realidade é: um intento honrado de explorar reverentemente a história e a beleza da Filosofia Maçônica.
Sinceramente,
Dan Brown
